Duas pinturas de Van Gogh roubadas por máfia italiana são recuperadas

 

Dois valiosos quadros de Vincent Van Gogh, roubados há 14 anos na Holanda e de um valor de cerca de 100 milhões de dólares, foram recuperados nesta sexta-feira perto de Nápoles, sul da Itália, no esconderijo de um conhecido traficante de drogas durante uma operação da polícia italiana.

As obras recuperadas, “Congregação Deixando a Igreja Reformada de Nuenen”, datada entre 1884 e 1885, e “Vista do Mar em Scheveningen (tormenta)”, de 1882, foram encontradas em bom estado e já foram reconhecias como autênticas pelos especialistas do Museu Van Gogh.

Desde janeiro, a polícia italiana seguia a pista do chefe de um dos grupos da máfia napolitana, Raffaele Imperiale, acusado de formar parte da Camorra, que fugiu a Dubai, onde é proprietário de uma empresa de construção.

“Com esta descoberta fica confirmado que as organizações criminosas estão interessadas tanto em investir em obras de arte quanto em se financiar com elas”, comentou o ministro da Cultura italiano, Dario Franceschini.

Por sua vez, o Museu Van Gogh manifestou sua satisfação depois de constatar que os dois quadros, pertencentes à primeira fase do artista, são autênticos.

“São as pinturas verdadeiras”, afirmou em um comunicado o museu.

As duas obras do primeiro período do artista, avaliadas em vários milhões de euros, eram objeto de uma ordem de busca internacional desde que foram roubadas, em 7 de dezembro de 2002 no museu.

“Depois de tantos anos, não nos atrevíamos a esperar um retorno das obras”, confessou o diretor do Museu Van Gogh, Axel Rüger, presente em Nápoles.

Os investigadores não sabiam do paradeiro dos quadros desde o dia do roubo, quando, de acordo com a polícia, ladrões usaram uma escada para subir no teto do museu e retirar as duas obras, antes de fugir com o auxílio de uma corda.

O Museu Van Gogh, aberto em 1973, exibe centenas de quadros, desenhos e esboços do pintor, desde seu primeiro período holandês até o fim trágico em Auvers-sur-Oise (França) em 1890.

Vincent Van Gogh nasceu em 1853 em Zundert (centro da Holanda) em uma família liderada por um austero pastor protestante. Pintou mais 800 obras, mas durante sua curta vida só conseguiu vender um quadro. Hoje, suas obras são negociadas a preço de ouro.

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Peça une dança e teatro no DF e faz abordagem poética sobre a velhice

Os coreógrafos e bailarinos Édi Oliveira e Giselle Rodrigues, que apresentam espetáculo de dança e teatro "Fio a fio" (Foto: Diego Bresani/Divulgação)Os coreógrafos e bailarinos Édi Oliveira e Giselle Rodrigues, que apresentam espetáculo de dança e teatro “Fio a fio” (Foto: Diego Bresani/Divulgação)

Uma abordagem poética sobre a velhice. É isso o que propõe a peça “Fio a fio”, atração de dança e teatro que pode ser vista até domingo (11) no Teatro do Sesc Garagem, na Asa Sul, em Brasília. Em novembro, o espetáculo vai para unidades do Sesc em Ceilândia e no Gama.

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A montagem reúne no palco, pela primeira vez como intérpretes, a coreógrafa e pesquisadora Giselle Rodrigues e o pesquisador Édi Oliveira. A ideia da peça é “tecer a poesia do envelhecer” e tocar com sutileza o “período da vida em que precisamos lidar com o acúmulo dos anos sobre o corpo”.

“Desde o princípio do processo, buscamos dar ênfase a uma composição que primasse pelo detalhe, pela sutiliza e pela abordagem poética de pontos difíceis e até tabus sobre o processo de envelhecer. Como contraponto, procuramos dar uma poeticidade surgida de um trabalho com a palavra que nasceu do improviso, gerando textos presentes no espetáculo”, afirma Oliveira.

Ele destaca que é a primeira vez que ele e a parceira de cena dançam juntos. “Giselle sempre atuou como coreógrafa e eu como bailarino em trabalhos anteriores. É um encontro que reúne nossas experiências e vivências agora aplicadas num processo criativo coletivo.”

Os coreógrafos e bailarinos Édi Oliveira e Giselle Rodrigues (Foto: Diego Bresani/Divulgação)Os coreógrafos e bailarinos Édi Oliveira e Giselle Rodrigues (Foto: Diego Bresani/Divulgação)

A ideia de criar um espetáculo sobre o tema nasceu durante sessões de improvisação que Oliveira e Giselle realizavam como parte de uma pesquisa sobre processo de criação.

“Foi brotando o desejo de falar sobre como e quando começamos a envelhecer, quando o corpo começa a não realizar atividades que antes eram simples. Meu próprio corpo é reflexo disso. Voltar a dançar após 20 anos fora dos palcos, período utilizei os intérpretes como elementos nas minhas coreografias, é uma redescoberta e um aprendizado sobre esse novo corpo, que também envelhece a cada dia”, afirma Giselle.

Fio a fio – com os coreógrafos e bailarinos Giselle Rodrigues e Édi Oliveira

Local: Teatro Sesc Garagem
Endereço: W4 Sul, 713/913, lote F – Brasília
Data: de quinta a domingo (8 a 11)
Horários: quinta e sexta, às 20h30; sábado e domingo, às 17h e às 20h30
Ingressos: R$ 10 (meia)

Local: Teatro Newton Rossi – Sesc Ceilândia
Endereço: Qnp 5 Conjunto B, S/N – Ceilândia Norte
Data: 4 de novembro
Horários: 16h e 20h
Entrada franca

Local: Teatro Paulo Gracindo – Sesc Gama
Endereço: Setor Leste Industrial
Data: 11 de novembro
Horários: 16h e 20h
Entrada franca

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Artista chinês ‘Homem Invisível’ lança novo trabalho; tente achá-lo

'Agora não sou mais o 'homem invisível'. Sou mais um artista 'delator' que tenta conscientizar as pessoas sobre o poder das imagens', diz Bolin (Foto: Lui Bolin/Magda Danysz Gallery Shanghai)‘Agora não sou mais o ‘homem invisível’. Sou mais um artista ‘delator’ que tenta conscientizar as pessoas sobre o poder das imagens’, diz Bolin (Foto: Liu Bolin/Magda Danysz Gallery Shanghai)

O artista chinês Liu Bolin é mais conhecido como ‘Homem Invisível’, pela forma como consegue ‘sumir’ se camuflando em meio a cenas de suas fotografias.

No seu mais recente trabalho, ele hackeou sites como o da Embaixada da França em Londres para inserir imagens reconstruídas por ele, em que aparece ‘escondido’.

Tente achá-lo nessas imagens. Seus trabalhos estão expostos na Magda Danysz Gallery, em Londres, até o dia 7 de outubro.

Liu Bolin consegue 'sumir' se camuflando em meio às cenas de suas fotografias (Foto: Liu Bolin/Magda Danysz Gallery Shanghai)Liu Bolin consegue ‘sumir’ se camuflando em meio às cenas de suas fotografias (Foto: Liu Bolin/Magda Danysz Gallery Shanghai)
Obra de Liu Bolin, o 'homem invisível' chinês (Foto: Liu Bolin/Magda Danysz Gallery Shanghai)Obra de Liu Bolin, o ‘homem invisível’ chinês (Foto: Liu Bolin/Magda Danysz Gallery Shanghai)
Obra de Liu Bolin, o 'homem invisível' chinês (Foto: Liu Bolin/Magda Danysz Gallery Shanghai)Obra de Liu Bolin, o ‘homem invisível’ chinês (Foto: Liu Bolin/Magda Danysz Gallery Shanghai)
Liu Bolin se camufla em frente à Torre Eiffel, em Paris (Foto: Liu Bolin/Magda Danysz Gallery Shanghai)Liu Bolin se camufla em frente à Torre Eiffel, em Paris (Foto: Liu Bolin/Magda Danysz Gallery Shanghai)
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Fotos que transformam ‘todos’ em Frida Kahlo repercutem no exterior

Família posa para exposição 'Todos podem ser Frida' (Foto: Camila Fontenele de Miranda)Família posa para exposição ‘Todos podem ser Frida’ (Foto: Camila Fontenele/Divulgação)

A intensidade de um projeto que retrata um dos principais ícones da cultura mexicana está ganhando o mundo e convidando as pessoas a conhecerem a singularidade da pintora latinoamericana Frida Kahlo. Idealizada pela fotógrafa de Sorocaba (SP) Camila Fontenele, a mostra “Todos Podem Ser Frida”, que começou pequena em alguns ensaios entre amigos, hoje estampa as características mais marcantes da artista nos visitantes.

Frida Kahlo fotografada pelo húngaro Nickolas Muray (Foto: Nickolas Muray/Divulgação)Frida Kahlo fotografada pelo húngaro Nickolas
Muray (Foto: Nickolas Muray/Divulgação)

O projeto começou em 2012, quando Camila ainda estava na faculdade. “Depois de inúmeras pesquisas, vi que Frida foi uma pessoa tão incrível e que rotulá-la não era legal. Para mim ela é um ser que não teve medo de se permitir.” Khalo começou a a pintar após um acidente de bonde em 1925, já que, obrigada a ficar de cama, foi na arte que ela encontrou uma distração.

CONFIRA A GALERIA DE FOTOS

Com uso de cores fortes e vivas, Frida retratava principalmente a si mesma, como forma de expressar o seu desespero e dores físicas através de autorretratos.Apesar de ser considerada por estudiosos como pertencente ao movimento surrealista, a pintora entretanto, não concordava com a categoria. “Nunca pintei sonhos. Pintava a minha própria realidade”, dizia.

Para retratar a vida e obra de Frida, o projeto da jovem de Sorocaba foi dividido em duas partes. Na primeira, homens foram retratados em cinco ensaios fotográficos narrando partes mais dramáticas da história da pintora mexicana, como amor, dor, inteiro, cores e aborto.

De acordo com a fotógrafa, a escolha dos homens para o ensaio fotográfico foi uma forma de “desconstrução”. “Eles são datados de fortes, mas também podem ser poéticos, usar flores e cores. Foi uma experiência e tanto, pois alguns até tinham profissões distintas da arte – outros não conheciam bem a Frida. Naquele momento era uma troca para algo maior.”

Intervenções em exposição de fotos transforma visitantes em Frida (Foto: Camila Fontenele)Intervenções em exposição de fotos transforma visitantes em Frida (Foto: Camila Fontenele/Divulgação)

Camila lembra ainda que estava insatisfeita na antiga profissão e que foi a admiração pela artista mexicana que a ajudou no momento difícil. “Quase desisti, pois estava muito infeliz. Naquele momento era eu, ela e as pessoas que compraram essa minha ideia maluca. Foi uma experiência belíssima juntar tanta gente em prol de algo que ninguém sabia que ia dar certo”, lembra Camila.

Intervenções em exposição de fotos transforma visitantes em Frida (Foto: Camila Fontenele)Momento é eternizado em fotografia, que é
publicada em rede social (Foto: Camila Fontenele)

Frida por alguns minutos
Já a segunda parte do projeto é marcada por intervenções artísticas em que o público pode “ser” Frida Khalo durante alguns minutos. Todo o cenário remontava ao estilo da artista mexicana usando como inspiração a estética dos quadros. O momento é eternizado em uma fotografia que é publicada na página do projeto no Facebook.

A primeira intervenção foi em 2012, durante uma ação ainda em Sorocaba, “Esse tipo de atividade me ensinou que o projeto não fala apenas de Frida ou da minha trajetória como artista, fala de gente e da diversidade. Comecei a perceber que belo seria transformar essas pessoas não só em Frida Kahlo, mas em uma obra de arte”. Depois de clicadas, as fotos passam por uma curadoria e podem integrar uma nova exposição.

As fotos cairam na internet e se espalharam pelas redes sociais. Com repercussão em blogs e jornais, vários convites foram feitos e o projeto começou a circular pelo país, passando por exposições e intervenções em quase 20 cidades dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

 (Foto: Camila Fontenele)

“Acho que o projeto é um lado afetivo com a Frida, uma maneira bonita de se inspirar. A minha intenção é que as pessoas possam se conhecer através do outro, pois para compreender o próximo é preciso de coragem, um mergulho profundo, além disso, escolher ser o que quiser perante a vida, sem correntes.”

Intervenções em exposição de fotos transforma visitantes em Frida (Foto: Camila Fontenele)Exposição passou por quase 20 cidades em três
estados brasileiros (Foto: Camila Fontenele)

Internacional
Com a repercussão nacional, a exposição acabou chamando atenção de artistas de outros países, como o México, país de origem da pintora e também o “sonho de consumo” de realização profissional de Camila.

“Lá só cheguei através do jornal, mas já é algo muito bom. O projeto em si sempre andou de uma forma natural, eu resolvi arriscar em algo que acreditava, mas não esperava nenhuma repercussão – ali era meu coração. Depois que tomei conta do que tinha criado recebi conselhos de parceiros e comecei a criar um tipo de planejamento e metas”, conta.

Já no fim do ano passado, Camila conta que surgiu o convite para uma exposição realizada entre os 19 de setembro e 3 de outubro, na Unusual Art Gallery de Caserta, na Itália. Foram mais de 150 visitantes na mostra que contou com fotos das duas fases do projeto, além da intervenção fotográfica.

“Foi uma exposição diferente no sentido de ser outra nacionalidade e cultura. Além disso, me surpreendi bastante com as participações e opiniões dos visitantes”, avalia Camila ao afirmar que já tem novos planos na Eupora, mas sem revelar detalhes. “Coisas a caminho”, afirma.

Intervenções fotográficas transformando visitantes em Frida foi realizada na Itália (Foto: Camila Fontenele)Visitantes participa de exposição na Itália
(Foto: Camila Fontenele/Divulgação)

Toda a trajetória do projeto deve ser contada em um livro, que vai marcar o fim do projeto. “Ele está sendo escrito em primeira pessoa, conto desde o início, o sufoco que passei, minha mudança de profissão e minhas descobertas, além das fotografias que ainda estão sendo selecionadas”, diz. Segundo Camila, ele deve ser publicado em até dois anos.

Amadurecimento pessoal
Além da carreira profissional, conhecer Frida também impulsionou a vida pessoal da fotógrafa. “[Ver a imagem de Frida] também faz com que outras pessoas procurem saber quem é essa mulher. Quisera eu se tivesse conhecido Frida Kahlo na época da escola, na aula de artes, seria uma pessoa bem diferente, não teria passado por alguns traumas quanto minha aparência.”

Após três anos do início do projeto, Camila comemora o que chama de “amadurecimento”. “Todo dia me olho no espelho e lembro da onde eu vim e da minha essência. Me emociona saber que um dia eu pude voar com a fotografia, conhecer lugares e pessoas maravihosas que nunca imaginei conhecer, e mais do que isso, perceber que gosto de contar histórias e falar sobre outras pessoas. Enquanto isso fizer meu coração vibrar, continuarei”, diz, determinada.

Ensaio retrata as dores de Frida Kahlo (Foto: Camila Fontenele)Ensaio retrata as dores de Frida Kahlo (Foto: Camila Fontenele/Divulgação)
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Jangadas viram obras de arte e desfilam na orla de Maceió

Velas são transformadas em obra de arte (Foto: Karina Dantas/G1)Velas são transformadas em obra de arte (Foto: Karina Dantas/G1)

A orla de Maceió ganhou mais cor neste domingo (4) com a ação de 15 artistas plásticos alagoanos que transformaram velas de jangadas em obras de arte. A saída das jangadas atraiu olhares de muitos alagoanos e turistas que se encantaram com a beleza das pinturas.

A ação faz parte do projeto ‘Velas Artes’, promovido pelo Sebrae em Alagoas e pela Prefeitura de Maceió. O objetivo do projeto é divulgar e valorizar a cultura alagoana por meio de pinturas feitas em velas de jangadas, cedidas pela Associação dos Jangadeiros de Maceió, e que homenageia o teatrólogo, Gustavo Guilherme Leite, idealizador do projeto.

Os trabalhos ficaram nas jangadas nas praias de Pajuçara e Ponta Verde neste domingo. Depois, as jangadas ficarão expostas para o público, em local ainda a ser definido pela prefeitura, até o dia 5 de dezembro, quando, mais uma vez, elas irão desfilar toda a orla da capital.

Esta é a terceira edição do Projeto ‘Velas Artes’, que teve sua última edição realizada em
1995 e, só agora, está voltando como uma ação do Movimento Compre do Pequeno Negócio, em comemoração aos 200 anos da cidade de Maceió.

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Segundo o diretor técnico do Sebrae em Alagoas, Ronaldo Moraes, voltar a realizar o projeto
foi uma forma de poder divulgar a cultura do estado unindo duas ações festivas para o Brasil e a capital.

“É uma emoção muito grande poder retomar o projeto ‘Velas Artes’, dentro da programação do Movimento Compre do Pequeno. Só o fato de ver tantos artistas motivados em homenagear o Gustavo Leite e estampar as suas ideias em velas de jangadas, está sendo produzido muito gratificante”, destacou Moraes.

Homenagem por meio da arte
A curadora do “Velas Artes”, Mirna Porto, explicou que cada artista foi escolhido “a dedo”, eque todos eles conheceram pessoalmente Gustavo Leite e acompanharam de perto os seus
trabalhos.

Entre os artistas escolhidos para transformar as velas das jangadas em arte, estão:
Alex Barbosa, Ana Maia, Bárbara Lessa, Beto Leão, Beto Normande, Dalton Costa, Lula
Nogueira e Maria Amélia Vieira.

“Foi o próprio Gustavo quem iniciou esse projeto junto com Sebrae. As duas primeiras edições
foram um sucesso absoluto, por isso, nossa ideia, agora, foi a de chamar os artistas que
participaram das primeiras edições e, também, novos profissionais que representam a atual
geração para homenagear a figura do Gustavo. Sem dúvida alguma, os artistas que estão aqui
ajudaram a abrir caminhos para o desenvolvimento da cultura no estado”, ressaltou Mirna.

Masp oferece descontos para comemorar seus 68 anos

O Museu de Arte de São Paulo (Masp) comemora nesta sexta-feira (2) seu aniversário de 68 anos. Até o dia 8 de outubro, os ingressos que custam R$ 25 serão vendidos por R$ 8. A meia-entrada, que custa R$ 12, agora vale R$ 4.

Nesses 68 anos, o museu idealizado pelo casal de italianos Pietro e Lina Bo Bardi e pelo empresário Assis Chateaubriand se tornou um dos mais importantes da América Latina. O acervo tem 8 mil obras. Só do pintor francês impressionista Renoir são 12 telas. O museu tem também exemplares de Monet, Picasso e Van Gogh.

Essas e outras atrações podem ser conferidas com desconto nos próximos dias. Todas as informações sobre a promoção podem ser encontradas no site do Masp.

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Bienal Internacional de Curitiba terá obras espalhadas em 100 espaços

A partir deste sábado (3), a cidade recebe a 22ª edição Bienal Internacional de Curitiba, com obras de arte contemporânea dos cinco continentes. O evento será distribuído em mais de 100 espaços da capital paranaense até o dia 6 de dezembro.

Neste ano, a bienal é chamada de “Luz do Mundo” e tem como tema a arte da luz, a arte com a luz, a arte feita de luz e que tem luz no seu conteúdo. As obras estarão expostas em espaços culturais da cidade, entre museus, centros culturais, galerias e espaços de arte.

Museu Oscar Niemeyer (MON) completa dez anos nesta quinta-feira (22). (Foto: Carlos Renato Fernandes / Divulgação)Museu Oscar Niemeyer é um dos espaços a
receber obras da bienal  (Foto: Carlos Renato
Fernandes / Divulgação)

Em 2015, o evento homenageia o franco-argentino Julio Le Parc, que é um dos principais artistas da arte contemporânea e um dos pioneiros da arte cinética. Esta será a primeira vez que uma obra dele será exposta em Curitiba.

Trabalhos de outros nomes importantes da arte contemporânea e de artistas emergentes também poderão ser vistos pelo público da bienal, como Anthony McCall (EUA), Carlo Bernardini (Itália), Dan Flavin (EUA), Eliane Prolik (Brasil), Iván Navarro (Chile), Jeong Moon Choi (Coreia do Sul), Odires Milászho (Brasil) e Xul Solar (Argentina).

As obras estarão em espaços como o Museu Oscar Niemeyer (MON), o Centro Cultural Sistema Fiep, o Museu Municipal de Arte (MuMA), a Catedral Metropolitana de Curitiba, o Espaço Cultural BRDE (Palacete dos Leões), o Pavilhão Antony McCall, o Museu de Arte da UFPR (MusA), o Museu Paranaense, a Galeria APAP, o Museu da Gravura, o Museu da Fotografia, o Memorial de Curitiba, o Museu Guido Viaro, o Museu de Arte Contemporânea do Paraná e o Pátio Batel.

A programação da Bienal Internacional de Curitiba está disponível no site do evento.

Obra de Julio Le Parc, que é o artista homenageado desta edição da Bienal Internacional de Curitiba (Foto: Divulgação)Obra de Julio Le Parc, que é o artista homenageado desta edição da Bienal Internacional de Curitiba (Foto: Divulgação)
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Materiais do Dismaland, de Banksy, serão levados a campo de refugiados

Dismaland, parque temático sombrio criado por Banksy na Inglaterra (Foto: Reuters/Suzanne Plunkett)Dismaland, parque temático sombrio criado por Banksy na Inglaterra (Foto: Reuters/Suzanne Plunkett)

As madeiras e instalações do parque temático Dismaland, montado pelo artista britânico Banksy no oeste da Inglaterra, serão enviados para a construção de abrigos em um campo de refugiados informal surgido em Calais, no norte da França, informa o site oficial da atração.

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“Em breve… Dismaland Calais”, diz o site do parque junto de uma foto do Castelo da Bela Adormecida entre barracas do acampamento.

“Todas as madeiras e instalações do Dismaland estão sendo enviadas ao campo de refugiados perto de Calais, para construir abrigos. Ingressos online não estarão disponíveis”.

O Dismaland, que muitos dizem ser uma versão satírica e sombria da Disneyland, foi um sucesso no Reino Unido, atraindo mais de 150 mil pagantes nas cinco semanas em que funcionou na cidade de Weston-super-Mare.

Banksy, cuja identidade nunca foi confirmada, diz que o espetáculo não é uma sátira da Disney. Mas do seu castelo dilapidado, à Cinderela morta em um acidente de carruagem e disponível para as fotos dos paparazzi, aos atendentes rabugentos usando orelhas de Mickey, tudo ridiculariza e subverte o parque temático mais famoso do mundo, que possui uma versão europeia na França, a Disneyland Paris.

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Obra de Picasso avaliada em US$ 85 mil é roubada em feira de Miami

Um prato de prata do artista espanhol Pablo Picasso, avaliado em US$ 85 mil, foi roubado na quinta-feira (4) em uma galeria de arte de Miami, denunciou nesta sexta-feira (5) o proprietário do espaço.

David Smith, proprietário da galeria Leslie Smith, com sede em Amsterdã (Holanda), disse ao jornal ‘Miami Herald’ que a obra de Picasso roubada se chama ‘Visage aux Mains’ (Cara com mãos), de 1956, e estava exposta na feira Art Miami.

A obra, um prato de prata com o inconfundível estilo do pintor espanhol com uma cara gravada ao centro, estava pendurada em uma das paredes da galeria e o proprietário notou sua ausência na manhã desta sexta-feira. “Fiz feiras de arte toda a minha vida. Nunca tinham me roubado”, declarou Smith, que denunciou o roubo à polícia de Miami.

Os agentes inspecionaram o local e recolheram impressões digitais, mas a polícia não divulgou informações sobre os possíveis responsáveis pelo roubo.

A Art Miami é uma das múltiplas exposições paralelas organizadas com a feira Art Basel, da Suíça. Realizada no Centro de Convenções de Miami Beach, o evento ficará na cidade durante quatro dias e deverá atrair dezenas de milhares de pessoas.

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Exposição reúne relíquias dos primeiros anos da fotografia

A mostra também exibe artefatos importantes na história da fotografia, como os heliógrafos do inventor francês Nicéphore Niépce, o caderno de desenhos do pioneiro britânico Henry Talbot e seu livro “The Pencil of Nature”, a primeira publicação ilustrada com fotos. A imagem ao lado é uma fotomontagem de Angus McBean para um anúncio na revista Vogue, com a atriz Audrey Hepburn em início de carreira (Foto: Royal Photographic Society)

Uma exposição em Londres reúne relíquias da sociedade de fotografia mais antiga do mundo, a Royal Photographic Society britânica. Os trabalhos dos pioneiros da arte de capturar imagens instantânea são apresentados ao lado de produções dos grandes fotógrafos modernos.

A mostra também exibe artefatos importantes na história da fotografia, como os heliógrafos do inventor francês Nicéphore Niépce, o caderno de desenhos do britânico Henry Talbot e seu livro The Pencil of Nature, a primeira publicação ilustrada com fotos.

Fundada em 1853, a Royal Photographic Society começou a adquirir imagens após uma sugestão do príncipe Albert, marido da rainha Vitória, de que o grupo registrasse o rápido progresso da fotografia.Ao longo dos anos, a coleção se expandiu para englobar, além de mais de 250 mil imagens, 8 mil itens de equipamento e 31 mil livros, periódicos e documentos. A exposição fica até março de 2015 no Museu de Ciência, em Londres.

Fundada em 1853, a Royal Photographic Society começou a adquirir imagens adotando uma sugestão do príncipe Albert, marido da rainha Vitória, de que o grupo registrasse o rápido progresso da fotografia. Ao lado, a foto "Estudo de movimento", feita em 1926 por Rudolf Koppitz (Foto: Royal Photographic Society)Fundada em 1853, a Royal Photographic Society começou a adquirir imagens adotando uma sugestão do príncipe Albert, marido da rainha Vitória, de que o grupo registrasse o rápido progresso da fotografia. Ao lado, a foto “Estudo de movimento”, feita em 1926 por Rudolf Koppitz (Foto: Royal Photographic Society)
Ao longo dos anos, a coleção se expandiu para englobar, além de mais de 250 mil imagens, 8 mil itens de equipamento e 31 mil livros, periódicos e documentos. Ao lado, a foto chaminé, de Noel Griggs, feita em 1934 (Foto: Royal Photographic Society)Ao longo dos anos, a coleção se expandiu para englobar, além de mais de 250 mil imagens, 8 mil itens de equipamento e 31 mil livros, periódicos e documentos. Ao lado, a foto chaminé, de Noel Griggs, feita em 1934 (Foto: Royal Photographic Society)